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O exercício da Liderança nas organizações do século XXI E-mail
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Escrito por Jaquemir Hertel   
Sáb, 08 de Novembro de 2008 18:42

Este trabalho tem por objetivo mostrar os estilos de liderança, as mudanças, o perfil dos novos lideres, seu desempenho através dos tempos, a busca das empresas por este tipo de material humano, levando-as a ter excelência em qualidade, valorizando este profissional de tal forma a garantir a fidelidade, rentabilidade e sustentabilidade de toda uma organização.

Palavras-chave: Gestor; Liderança; Capacidade.

 

1 INTRODUÇÃO

 

A liderança não é uma característica genética, é um desenvolvimento, é uma característica pessoal. Os lideres constroem-se através da experiência e da  aprendizagem, ate porque, alem do componente comportamental, a liderança também tem uma faceta muito técnica. O líder tem um papel primordial no aproveitamento e maximização dos recursos da empresa, conseguindo direcionar a organização para uma situação de sucesso.

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A importância das Tecnologias disponíveis na Gestão Ambiental E-mail
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Escrito por Valdelir Pinheiro   
Sáb, 08 de Novembro de 2008 18:37

A tecnologia disponível na gestão ambiental nos mostra que é possível controlar as destruições que o homem vem causando ao nosso meio ambiente através do uso cociente das tecnologias que estão ao nosso alcance e para isso devemos conscientizar as pessoas de que é preciso que todos nós venhamos a nos unir para que num futuro bem próximo os nossos filhos e netos possam ter uma vida saudável e tenham consciência de que é preciso conservar e proteger a natureza e nosso ambiente para que tenhamos uma boa qualidade de vida, por isso é preciso saber usar as ferramentas e tecnologias que temos disponíveis ao nosso favor para conservar o que temos de mais precioso a nossa natureza e meio ambiente. 

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Formação do clima organizacional E-mail
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Escrito por Léo Madson Barros da Cunha   
Sáb, 05 de Setembro de 2009 00:40
Contribuições da inteligência emocional
da liderança para a formação do clima organizacional

RESUMO
Este trabalho apresenta um estudo sobre os efeitos que a liderança dotada de inteligência emocional pode proporcionar na formação de um clima organizacional, que influencia profundamente na satisfação das pessoas e conseqüentemente na produtividade da empresa. Nos últimos anos, o tema liderança tem sido alvo de muitas pesquisas e o seu exercício, acompanhado da inteligência emocional, resulta num líder eficaz e na produção de resultados positivos.
Neste contexto, conceitua-se organização e descreve-se a subjetividade humana como um fator complexo e potente, que permeia as relações na empresa e inspira o grupo como um todo. A metodologia utilizada consiste em pesquisas bibliográficas de forma categórico-dedutiva. O objetivo é identificar e compreender o impacto mensurável da liderança, executada com as habilidades da inteligência emocional, sobre o clima organizacional e seus resultados para a empresa. Este retrata o grau de satisfação material e emocional das pessoas e a qualidade do ambiente interno de uma organização. Discorre sobre os seis estilos de liderança: o coercivo, o confiável, o agregador, o democrático, o agressivo e o conselheiro. Estes consistentemente resultam positiva ou negativamente nas percepções que os colaboradores dispõem da ambiência de trabalho. São enfatizadas ainda, a relevância do uso de muitos estilos entre os citados e que as capacidades e os componentes da inteligência emocional são condição sine qua nom para dirigir a nós mesmos e nossos relacionamentos de maneira eficiente. Se comparado com a cultura organizacional, o clima é mais fácil de ser percebido e pode ser administrado a curto e a médio prazos.
Conclui que as empresas buscam líderes estratégicos, assertivos e colaboradores, que tomem decisões justas e tenham atitudes corretas. Finalizando são exemplificados os modos de ação dos líderes, os estilos definidos em uma frase, as competências necessárias para o exercício da inteligência emocional, quando os estilos funcionam melhor e os respectivos impactos no clima da empresa. Em última análise, com o advento da globalização as organizações precisam cada vez mais ser competitivas. Para que estas vençam nesse cenário tão complexo, é preciso que aqueles que desempenham o papel de líderes estejam dotados de capacidades, habilidades e atitudes que se traduzam no desempenho, na motivação, na satisfação no trabalho e na alteridade.

- Palavras-chaves:
•    Liderança
•    Inteligência Emocional
•    Estilos
•    Cultura organizacional
•    Clima organizacional
 
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Corda bamba, de Lygia Bojunga nunes E-mail
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Escrito por Gênio   
Dom, 05 de Julho de 2009 11:40
Este livro, Corda bamba, inicia uma nova fase da criação artística de Lygia Bojunga Nunes, em que, abandonando o campo do maravilhoso, o espaço imaginário passa a ser ocupado somente pelo humano, e as obras tornam-se mais realistas.

A narrativa é a história da viagem de Maria para dentro de si mesma. Filha de equilibristas e ela mesma artista de circo, assistiu à morte de seus pais durante um espetáculo e desde então tem na Mulher Barbuda e Foguinho (o engolidor de fogo), seus companheiros e amigos, a segurança de que necessita. A avó, mulher rica e dominadora, para quem o dinheiro compra tudo, decide cuidar de sua educação. Em casa dela, Maria encontra todas as coisas de que precisa, exceto a principal: amor, compreensão. Sentindo-se presa e reprimida, Maria começa a investigar o seu eu interior.

Estrutura

O livro é estruturado em doze capítulos pequenos, cujos títulos funcionam como sínteses do conteúdo a ser abordado. A obra está construída sobre um duplo ponto de vista, a impotência e o processo de liberação da criança, e anuncia, na própria divisão estrutural dos capítulos a intenção de manter-se em equilíbrio no interior dos espaços propostos: a impotência permeia seis dos doze capítulos do texto (1, 2, 3, 6, 9, 10), enquanto que a luta pela liberação transparece nos seis capítulos restantes (4, 5, 7, 8, 11, 12). A situação de impotência é percebida por meio da submissão que Maria sofre na casa de sua avó, na aula particular, em face do sistema autoritário, hostil e insensível. Márcia, Marcelo, Foguinho e Barbuda são personagens rebeldes ao sistema, por isso marginalizadas. Essas personagens são exploradas materialmente, como a Velha da História, mostrando-se impotentes também diante do mundo adulto autoritário.

A estrutura da narrativa é organizada numa narrativa-base e em encaixes com outras narrativas que vão se cruzando. A história é narrada em ordem cronológica, com analepse dos episódios do passado rememorados e com prolepse dos desejos e planos futuros. Há a história da Maria, narrativa principal, e a ela, conforme vão surgindo outros personagens secundários, novos dados são acrescentados. Além da narrativa ir crescendo, avançando em relação ao problema proposto, os novos dados a explicitam e enriquecem-na.

A organização estrutural da narrativa lembra os contos em que o personagem é uma história virtual que é a história de sua vida. Todo novo personagem significa uma nova intriga.

Lygia Bojunga Nunes utiliza-se da técnica da “história-dentro-da-história” e trabalha sua narrativa em dois planos: o horizontal, em que se desenvolvem os fatos seqüenciais vividos pelos diversos personagens, e o vertical, no qual a narrativa se volta para os problemas interiores de cada um.

Dividindo a obra em dois eixos narrativos, o real e o imaginário, Lygia Bojunga Nunes trabalha de forma lúdica, demonstrando como Maria supera sua amnésia. A personagem é conduzida à psicanálise por meio do jogo de portas coloridas. Sempre partindo de sonhos, o narrador permite uma leitura tanto fantástica quanto verídica do texto, sem prejudicar sua estrutura global. A passagem do plano da realidade para o plano fantástico não é bem delimitada. Não aparece discriminado de forma concreta o que acontece realmente com Maria e o que ela sonha, mantendo-se a história também indecisa entre o realismo e o fantástico. É graças a esse recurso que a natureza infantil da narrativa se preserva, permitindo que seu leitor-criança a compreenda, tanto enquanto ação como enquanto introspecção.

Existe uma semelhança entre a estrutura morfológica da obra e a de um conto de fadas. A Velha da História, da mesma forma que o narrador de Corda bamba, conta uma história humana como na tradição do conto de fadas. É possível observar também outros elementos do conto de fadas em Corda bamba. Maria é a heroína que sai em busca de sua identidade, de sua auto-afirmação. A bruxa é a avó, visto que ela faz o papel da antagonista. Ela é a vilã, causadora de toda infelicidade. Primeiramente, opõe-se ao namoro dos pais de Maria. Em seguida, rapta Maria, trazendo tristezas ao casal e causando, indiretamente, a morte deles e a amnésia de Maria. A fada seria o avô, Pedro, pois é ele quem presenteia Maria com o objeto mágico, o talismã, no caso a corda, que a levará ao passado, fazendo com que Maria realize uma regressão à sua vida uterina e liberte-se dos seus traumas. Além disso, é seu Pedro quem irá ajudá-la a realizar seu desejo de passar as férias na Bahia com os amigos do circo, convencendo sua avó a deixá-la ir.

O final de Corda bamba também se assemelha com os contos de fadas, visto que termina com um final otimista, com os problemas solucionados, apontando uma expectativa de futuro, com sentimento de esperanças e desejos de novas realizações. O fato de Maria ter elaborado a dor da morte dos pais e ter compreendido o seu passado ajudou-a a conquistar a sua própria identidade.
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O sistema da economicidade sob a ótica do neopatrimonialismo E-mail
Escrito por Werno Herckert   
Sáb, 05 de Setembro de 2009 00:58
A célula social quando é constituída é para se perpetuar no  tempo e prosperar. Isto é o normal. Ela nasce para  viver e sobreviver como as espécies na Biologia. O normal da espécie é sobreviver com o passar dos anos. Assim, também, o normal na célula social é a sobrevivência na temporalidade. Assim deveria ocorrer com a riqueza da célula social, mas, não é isso que se verifica  na maioria das empresas.
Se formos fazer uma pesquisa vamos encontrar dados assustadores e decepcionantes, pois, 80% das microempresas morrem no primeiro ano de existência. As empresas chamadas familiares chegam na segunda ou terceira geração e desaparecem. As de porte maior fundem-se com outras organizações. São poucas as que sobrevivem e tem vida longa. Para que isso ocorra é necessário que tenha vitalidade patrimonial.

ECONOMICIDADE E LIQUIDEZ
 A economicidade é o sistema da vitalidade da riqueza e que garante a sobrevivência do patrimônio enquanto que liquidez é o sistema do pagamento eficaz dos compromissos da riqueza célula social com terceiros.
Há uma interação constante entre estes dois sistemas  com os demais.
Quando há liquidez eficaz, onde os pagamentos são feitos em dia, se exerce a economicidade. Esse deve ser o objetivo de toda célula social seja ela lucrativa ou não. A economicidade será comprometida quando há disfunção do sistema da liquidez. Por disfunção entendemos desvio de dinheiro para assuntos particulares ou investimentos que comprometem a liquidez.

ECONOMICIDADE E RESULTABILIDADE
A economicidade depende da eficácia da liquidez e, também, depende do exercício, eficaz, do sistema da resultabilidade. Há uma interação constante entre ambos.
Quando a dinâmica patrimonial apresenta rédito positivo se exerce a economicidade.
Há casos em que se vendem  meios patrimoniais com prejuízo para atrair o cliente para que leve outras mercadorias e para aumentar a clientela. Este prejuízo será compensado com venda de outros meios patrimoniais. É o caso das promoções principalmente em supermercados. Neste caso o rédito negativo de um ou mais meios patrimoniais não afetará a economicidade da célula social por maior giro de outras mercadorias e aumento de clientela. Nos ensina  Sá (2000), o  paradoxo de perda eficaz é, portanto, dependente da ocorrência de resultado futuro, ou seja  a perda só se comprovará eficaz se e somente se resultar em elemento futuro que venha a representar um acréscimo de valor na empresa e que possa, não só anular a redução momentânea, mas, superá-la.
 A perda momentânea com aumento de clientela se compensará no futuro com prosperidade. A clientela é um bem imaterial que não se registra contabilmente, no momento, mas é um valor patrimonial.
Na dinâmica do meio patrimonial o natural é que o mesmo apresente resultado, por pequeno que seja, para a sanidade da riqueza. A saúde do patrimônio deve ser um dos objetivos básicos da atividade da liderança e do pessoal.
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